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sábado, 11 de julho de 2009

Vagabunda.

Chega em ti, minhas doces palavras:
Vagabunda, quero-te a cada amanhecer do dia.
atormento-me sem saber, mas já sabendo da única verdade:
não me queres, como eu te quero e ainda assim, vou a luta.
Como senão bastasse dói:
ver-te nos braços de outro alguém!
Braços que não são meus, é fato...
Mas que eu morro de vontade que seja.

Vontade que incomoda, encabula
Faz-me ficar muda!
Vontade do todo, que dá e não passa...

Será que eu mereço tanto sofrimento?
Eu que nunca fui de pedir, peço "não",
alegria adentro, é melhor fazer de conta.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Pegar-te para mim
pegar-te para ser só minha!
Aaah, se eu pegasse...

pegar no que não pode
é querer o que não tem
apelo sem pêlo, pelo distante...

Cheiro que sinto...
De longe!
Porque de longe se faz o perto
e de perto...?

De longe sou tua como és minhas?
"Nada somos!"
Aceito a distância que de presente, faz-se fria? ou quente?

terça-feira, 7 de julho de 2009

Criança!

Composição por Monique Targino


Criança
tome cuidado
que chocolate demais
é veneno!

Criança
fala sobre dança
que chocolate passa
e no mundo, a gente dança!

Criança
Entre nessa música, nós vamos relatar
do que o mundo vive, a gente guarda na lembrança!

Criança não chama palavrão
criança não compra seu próprio pão

Criança não sabe o que diz
Mas no sorriso, sabe ser feliz

tome cuidado, me de esse pedaço
que chocolate demais é veneno

me perguntas se eu sei dosar os meus chocolates
na cabeça não, mas no mundo que se vive
gente mais velha que tem que mandar.

F r i o.

Manhã de chuva segue em minha direção
Ou eu sigo na dela?
Sigo sem saber o rumo (Não da pra ver)
Madrugada passou mas parece continuar.
Declarações me fazem ficar incostante!
Sinto-me amada, apenas nesta noite...
"Eu sou de ninguém!"
Guardo meu corpo quente, dentro do casaco
Mas "afora"
Continua "tanto..." f r i o.

domingo, 5 de julho de 2009

recolho-me sem saber para onde.
pés firmes tropeça pelo coração
coração quem dera que fosse de mãe!

havendo sempre espaço para mais um
a bagunça era de me esperar, todos os dias.

pena que não seja assim.
você não acreditou
você não acredita
você, você não acreditou
você continua sem acreditar

quando eu digo que eu te amo
eu amo tanto que não cabe em mim
a palavra quer pular
e esse coração tagarela, só quer falar

fala o que não deve
o que não pode
atraído pelo proibído
entrega a bandeja
a quem?
ao ombro amigo?

quinta-feira, 2 de julho de 2009

o tempo apagou?

por que encontro-te com as mais belas notícias?
de que aceitas meus pedidos e me enche de amor?
e por que me deixas sozinha na noite fria?
ah bem querer, sempre faz de mim o que bem entender!
só falta pegar o manual e seguir as instruções
que já segue, sem!
a chuva vem e grito durante os trovões :
onde está o meu amor, que disse que voltava?
o relampago apagou?